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O impacto emocional que produz conhecer um dos sobreviventes da tragédia dos Andes é imenso. A comovedora experiência, contada pessoalmente por Antonio Vizitin (um dos três expedicionários que caminhou pelas montanhas geladas à procura de uma saída, infinitos ensinamentos baseados no valor, o trabalho de equipe e a solidariedade).
De suas palestras são extraídos princípios e comportamentos aplicáveis a todo tipo de organização (empresarial ou social) onde os homens atuam de forma interativa e trabalham em grupo.
Apesar de querer continuar junta com os outros dois expedicionários até encontrar uma saída, Vizintín teve a coragem, a valentia e o entendimento do que significa uma equipe, para aceitar voltar sozinho até o avião pelos imensos Andes, conseguindo assim que seus colegas seguissem o caminho melhor abastecidos no que diz respeito a agasalho e comida.
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“Um grupo humano especial, que desenvolve uma combinação de fé religiosa e força espiritual misturadas com eficiência e perfeita organização que o converte em uma milagrosa máquina de sobrevivência”.
“Cada um tem sua própria cordilheira, a minha não é diferente da de vocês. Sou uma pessoa normal, era um garoto comum que um dia simplesmente teve que fazer o que fiz. Mas senti que devia entender bem como pôde acontecer esse milagre, como foi possível para nós fazer o que fizemos, como conseguimos superar o impossível, para depois transmiti-lo a vocês”.
“Todos temos que partir em uma expedição para pegar o que a vida tem para nos oferecer. A maioria das vezes ficamos esperando, aguardando uma melhor ocasião, melhores condições, estar melhor preparados: marque uma data para a sua partida”.
“Isto não é uma ética do triunfalismo, não é o triunfo individual o que conta mas sim o triunfo do grupo. Todos somos vencedores, os que conseguiram sobreviver individualmente e os que não. Assim é em qualquer organização: existe a necessidade de lutar para ser partícipe do triunfo coletivo, é o dever e o direito de todos”. |
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